ele espera...
Que cada um resolva seus problemas, suas vidas !
Um grande amor há de esperar, no fim da avenida.
Oh minha vida, que se passa em desgraça
Longe de ti, fico longe de mim mesmo. Me abraça !
Quero de volta minha enseada, meu porto seguro,
Que abandonei em busca de aventuras, num mundo impuro.
Oh meu grande amor, amor ingênuo, amor simples.
Amor, acima de tudo, intenso amor. Amor a mim mesmo.
Amor este que já esbarrei uma vez, em outro corpo.
Será o mesmo corpo capaz de prover o mesmo amor, de novo ?
O tempo me tortura. Labirinto de pensamentos.
De coxa em coxa tento te re-encontrar, Amor. Mas não me contento...
Será o amor desprovido de cirscuntância e corpo ?
Será o amor etéreo, imaginário, e louco ?
Um grande amor nunca morre,
ele espera...
Espera que morramos e voltemos à vida.
Espera que cisrcunstâncias possam ser resolvidas.
Espera?
Vale a pena esperar a vida ?
Quantas pessoas vivem sozinhas...
E quão doloroso é voltar atrás ?
Quanto tempo perdido, quantas chances desperdiçadas...
A vida pode andar reto ou em círculos!
Essa escolha, cada um faz.
Imagina se todos dissésemos agora:
Aqui, jaz, mais um amor.
Aqui jaz mais um flor.
Que por falta de água e atenção,
Desfalece-se no Sol deste mundo seco.
E ermo.
Por mais que lamentavelmente haja a dor,
Creio que neste mundo ainda exista mais amor!
Um grande amor nunca morre,
Ele espera...
Que pequeno amor resiste a anos de ausência ?
Que grande amor morre assim tão depressa ?
Um grande amor há de esperar, nem que por toda uma vida...
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